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Novo estudo JAMA
Estima-se que uma em cada três mulheres e um em cada cinco homens acima de 50 anos apresentem fraturas osteoporótica ao longo da vida. Neste contexto epidemiológico, uma recente revisão publicada na JAMA considera evidências recentes e propõe recomendações atualizadas para manejo do risco absoluto de fratura, integrando fatores clínicos complementares e ferramentas adicionais.
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Fatores de risco clínicos e diagnóstico
Fratura osteoporótica prévia dramaticamente dobra o risco de nova fratura. Os triados dos ossos, nos primeiros ano aumentam esse risco em 40-50%. O diagnóstico pode ser estabelecido pela ocorrência de fratura de quadril ou vertebral relacionada à fragilidade óssea, independentemente do T-score.
Aproximadamente dois terços das fraturas vertebrais são assintomáticas, com descoberta incidental em exame de imagem.
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Avaliação diagnóstica e estratificação de risco
A densitometria óssea por DXA permanece o método padrão para avaliação da densidade mineral óssea (DMO).
Pontos de corte:• T-score ≥ -2.5: osteoporose • T-score entre -1.0 e -2.5: osteopenia A abordagem atual prioriza o risco absoluto de fratura em 10 anos mais do que o critério pelo T-score. O FRACX© permite refinamento adicional com inclusão de dados clínicos como histórico de fratura de bacia, impacto e Trabecular Bone Score.
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Tratamento farmacológico
Bifosfonatos são a classe mais eficaz em pacientes de alto risco, com eficácia demonstrada principalmente em fratura de vértebra relacionada à fragilidade óssea. Apresenta eficácia enquanto em uso.
A interrupção pode ocorrer perda óssea. Em pacientes de risco muito elevado, novas estratégias (romosozumab, denossumab [Prolia], ranelato de estrôncio) parecem estar indicadas. Suplementação de 1000-1200 mg de cálcio e 600-800 UI da vitamina D por dia está recomendada. A repetição de DXA permite monitoramento.
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Medidas não farmacológicas e seguimento
Exercícios resistidos e treinamento de equilíbrio reduzem traumatismo de baixa intensidade. Suplementação de 1000-1200 mg de cálcio e 600-800 UI da vitamina D por dia está recomendada. Recomenda-se avaliação anual para reavaliação de risco e ajuste do método.
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